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Corrida da Galinha

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Ivete, Caetano e Gil gravam especial de fim de ano da Globo

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

/ Por: Naldinho Oliveira
Os músicos Ivete Sangalo, Gilberto Gil e Caetano Veloso apresentaram um ensaio juntos, na noite desta terça-feira (22), no Rio de Janeiro, para o especial de fim de ano que será exibido no dia 23 de dezembro na TV Globo. O ensaio aberto à imprensa foi gravado e fará parte do programa.

A proposta do trio é apresentar um repertório de clássicos da MPB inspirados por musas, amor e separação, como "Tigresa", "Tá combinado" e "Super-Homem". "É uma experiência linda. Hoje estou aqui como cantora, como fã, como tudo", disse Ivete.

"É um programa que fala de amores, de relacionamentos, da visão do feminino e do masculino por parte desses compositores. Mas sempre focando o amor. Seja com dor,  com felicidade, com separações ou encontros".

Para Ivete, a esolha das canções foi um desafio. "Em se tratando do repertório desses caras, tudo é imprescindível. Teríamos que ter um ano inteiro de especial, o que não seria má ideia, para a gente conseguisse cantar todas. São canções que povoam a nossa história e o nosso dia a dia", revelou a cantora.

"Atrás da porta", canção de Chico Buarque que a baiana apresentou sozinha, foi a que mais a emocionou. "Não sou mulher disso, mas é um sofrimento desgraçado", disse.
Gil, Ivete e Caetano são acompanhados por uma banda composta, por 17 músicos, incluindo naipe de metais, cordas e percussão. São poucas as composições que não são de Caetano ou Gil. Uma delas é "Atrás da porta", de Chico Buarque, que foi cantada por Ivete sozinha. Em "O meu amor", do mesmo compositor", ela foi acompanhada por Caetano.

Os dois também cantaram "Se eu não te amasse tanto assim", que foi gravada por Ivete, e "Tieta". A baiana lembrou que Caetano cantou pela primeira vez esta canção num trio elétrico, justamente com ela. Em seu solo, Gil apresentou "Dom de iludir", de Caetano.

A oportunidade de gravar um especial para a televisão fez com que Gil e Catenao relembrassem o sucesso da época dos festivais, que eram quase sempre transmitidos pela TV. "Naquele tempo, havia musicais na TV a semana toda. Isso prosseguiu com menos intensidade nos anos 80 e 90. Hoje em dia é bem raro. Mas gosto bastante de fazer", comentou o autor de "Drão", sedo interrompido por Caetano.

"Eu já não gosto tanto. No geral, acho música na televisão muito chato. Porque são muitas questões. Num show, eu me transformo num personagem. Mas, na TV, parando a toda hora, fica mais difícil. Mas não estou me queixando não, estou feliz", brincou o músico.

G1
Da redação TV SBUNA
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